Argoplasma Cirurgia Plástica em São Paulo e Alphaville

Argoplasma em São Paulo e Alphaville. Retração cutânea após lipoaspiração com plasma de argônio e planejamento individualizado pelo Dr. Felipe Zampieri.

Argoplasma: plasma de argônio no tecido subdérmico para a retração.

O que é o Argoplasma subdérmico

O Argoplasma é uma tecnologia que utiliza plasma de argônio — gerado pela ionização do gás argônio através de corrente elétrica — para promover retração cutânea e remodelagem do tecido subdérmico por via interna.

No contexto da lipoescultura, o Argoplasma é aplicado por via subdérmica — introduzido diretamente no espaço entre a pele e o músculo, pelos mesmos acessos milimétricos utilizados para as cânulas de lipoaspiração, sem necessidade de incisões adicionais. A energia chega ao tecido-alvo sem atravessar as barreiras da pele — o que permite atingir temperaturas e profundidades de aquecimento que nenhuma tecnologia externa consegue oferecer de forma comparável.

O plasma de argônio tem características físicas específicas que o diferenciam das outras tecnologias de retração subdérmica disponíveis. É um gás nobre — quimicamente inerte — que ao ser ionizado cria um arco de plasma com propriedades únicas de condutividade e distribuição de calor, com perfil de aquecimento distinto do plasma de hélio utilizado no Renuvion e da radiofrequência convencional utilizada no Ignite QuantumRF.

O mecanismo de ação — como o plasma de argônio age no tecido subdérmico


A física do plasma de argônio

Quando o gás argônio é submetido a corrente elétrica de alta frequência, seus átomos perdem elétrons e se ionizam — criando o estado de plasma. Esse plasma conduz energia de forma altamente eficiente e com distribuição de calor que se diferencia das outras formas de energia utilizadas em medicina — pela forma como interage com os tecidos biológicos em profundidade.

O plasma de argônio tem uma característica clinicamente relevante: distribui o calor de forma mais uniforme ao longo da extensão do tecido tratado do que o plasma de hélio — que concentra o aquecimento de forma mais intensa e localizada. Essa diferença de perfil de aquecimento é o que define as indicações específicas de cada tecnologia e torna o Argoplasma especialmente adequado para determinadas regiões e situações clínicas.


Contração imediata e neocolagênese progressiva

A entrega de energia do plasma de argônio no tecido subdérmico atua sobre as fibras de colágeno por dois mecanismos sequenciais.


Contração imediata: o aquecimento controlado desnatura parcialmente as fibras de colágeno existentes, provocando sua contração imediata. Essa resposta começa durante o próprio procedimento — a pele começa a se retrair enquanto a energia é aplicada — e continua nas primeiras semanas após a cirurgia.


Neocolagênese progressiva: nos meses seguintes ao procedimento, a resposta inflamatória controlada provocada pelo aquecimento estimula os fibroblastos presentes no tecido subdérmico a produzirem novo colágeno — mais organizado, mais denso e com maior capacidade de sustentação do que o colágeno preexistente. Esse processo continua por 3 a 6 meses após o procedimento.

A combinação dos dois mecanismos resulta em retração cutânea que vai além da retração espontânea — e que continua melhorando ao longo dos meses após a cirurgia.

O problema que o Argoplasma resolve

A lipoaspiração remove adipócitos de forma definitiva. O espaço que eles ocupavam precisa ser preenchido de alguma forma — e a única forma natural é a retração da pele, que se adapta progressivamente ao novo volume por elasticidade própria.

O problema é que a elasticidade cutânea é uma variável individual — e é frequentemente insuficiente para uma retração satisfatória em pacientes acima dos 35 a 40 anos, com histórico de gestações, com variações de peso significativas ou com predisposição genética à flacidez.

Quando a elasticidade é insuficiente, o resultado da lipoaspiração pode apresentar irregularidades, ondulações ou flacidez residual nas regiões tratadas — mesmo quando o procedimento foi tecnicamente impecável. A pele simplesmente não acompanhou o novo contorno.

O Argoplasma resolve esse problema de forma direta — não esperando que a pele retrai por conta própria, mas estimulando ativamente essa retração através do aquecimento controlado do tecido subdérmico, no momento em que a gordura foi removida e o tecido está em sua condição mais responsiva ao estímulo.

Quando o Argoplasma é indicado

A indicação do Argoplasma é feita a partir da avaliação da qualidade da pele nas regiões a serem tratadas pela lipoaspiração — especificamente da elasticidade e da capacidade esperada de retração espontânea.

Não é um recurso utilizado de forma indiscriminada em todos os procedimentos. É uma ferramenta com indicação específica — que amplia o universo de pacientes que podem se beneficiar da lipoescultura com resultado de alta qualidade, ao complementar a retração espontânea onde ela seria insuficiente.


Pacientes com elasticidade cutânea reduzida

É a indicação mais frequente. Pacientes com pele de elasticidade reduzida — por idade, histórico de gestações, variações de peso ou predisposição genética — que têm indicação de lipoescultura, mas cuja pele não tem capacidade de retração espontânea suficiente para acompanhar o novo contorno.

Para essas pacientes, o Argoplasma é o diferencial que pode transformar um resultado mediano — com flacidez residual — em um resultado de alta qualidade — com pele aderente e uniforme ao novo contorno.


Regiões anatomicamente desafiadoras

Algumas regiões têm pele com menor elasticidade por características anatômicas específicas — independentemente da idade ou do histórico da paciente. O abdome inferior após gestações, a face interna dos braços e a face interna das coxas são as regiões de maior indicação consistente do Argoplasma no contexto da lipoescultura.


Complementação com outras tecnologias

Em casos de maior complexidade — com grandes volumes de gordura removidos ou com regiões de elasticidade especialmente reduzida — o Argoplasma pode ser utilizado em combinação com o Morpheis8, aproveitando as características específicas de cada tecnologia para otimizar o resultado global.

A decisão sobre qual tecnologia — ou qual combinação — é mais adequada para cada caso é feita no planejamento cirúrgico individualizado.

Regiões mais tratadas

Abdome

O abdome é a região de maior volume de tratamento com Argoplasma no contexto da lipoescultura — especialmente o abdome inferior e os flancos. Em mulheres após gestações, a qualidade da pele abdominal frequentemente não permite retração espontânea satisfatória após a lipoaspiração.

A uniformidade do aquecimento do plasma de argônio — característica que o diferencia do plasma de hélio — é especialmente útil em regiões de maior área de tratamento como o abdome, onde a cobertura uniforme contribui para um resultado de contorno mais homogêneo.

É importante ressaltar que o Argoplasma não substitui a abdominoplastia quando há excesso de pele que precisa ser removido cirurgicamente. A tecnologia amplifica a retração — não trata o excesso estrutural de pele. Quando há pele sobrando de forma significativa, a abdominoplastia permanece sendo a indicação correta.


Flancos e costas

O tratamento dos flancos e das costas para definição da cintura é potencializado pelo Argoplasma em pacientes com elasticidade reduzida. A retração da pele lateral e posterior garante que o contorno definido pela lipoaspiração seja preservado pela pele que se adapta ao novo volume — sem irregularidades ou flacidez residual.


Braços

A face interna e posterior dos braços tem pele com menor elasticidade do que a maioria das outras regiões — especialmente após os 40 anos ou após emagrecimento. O Argoplasma associado à lipoaspiração dos braços melhora significativamente a retração cutânea — podendo evitar a braquioplastia em casos de flacidez moderada onde o excesso de pele ainda não é suficientemente expressivo para indicar remoção cirúrgica.

A diferenciação entre flacidez tratável com Argoplasma e excesso de pele que exige braquioplastia é feita no exame físico da consulta.


Coxas

A coxa é uma das regiões de maior resistência à retração espontânea — com pele mais fina, menor densidade de fibras elásticas e características que tornam a adaptação ao novo contorno após a lipoaspiração especialmente desafiadora. O Argoplasma melhora a aderência da pele ao novo contorno — reduzindo o risco de irregularidades e de flacidez residual.


Região dos joelhos

O acúmulo de gordura na região medial dos joelhos — tratado por lipoaspiração — frequentemente se associa a pele com elasticidade reduzida. O Argoplasma melhora a adaptação da pele ao novo contorno — especialmente em pacientes com histórico de variações de peso.

Como o Dr. Felipe Zampieri planeja o uso do Argoplasma

O planejamento começa pela avaliação da qualidade da pele nas regiões a serem tratadas pela lipoaspiração — especificamente a elasticidade, a espessura e a capacidade esperada de retração espontânea. Essa avaliação é feita no exame físico da consulta.

A partir dessa análise, é definido se o caso tem indicação para o Argoplasma — e em quais regiões. A comparação com outras tecnologias disponíveis orienta a escolha mais adequada para cada situação clínica específica.

Os parâmetros de energia e o padrão de aplicação são definidos individualmente para cada região — considerando as características do tecido em cada área. O monitoramento durante o procedimento garante que os parâmetros terapêuticos sejam atingidos e mantidos com segurança.

Os procedimentos são realizados nos principais hospitais de São Paulo, em ambiente cirúrgico de alto padrão, com toda a estrutura de segurança necessária.

Como funciona o processo

Consulta inicial

Avaliação da qualidade da pele nas regiões de queixa, análise da elasticidade e da capacidade de retração espontânea, discussão sobre a indicação do Argoplasma e sobre o resultado esperado com e sem a tecnologia. Comparação com outras tecnologias quando pertinente. Tudo dentro do tempo da paciente.


Planejamento cirúrgico

Definição das regiões onde o Argoplasma será utilizado, dos parâmetros de aplicação para cada área e da sequência do procedimento — lipoaspiração seguida de aplicação do Argoplasma nas regiões indicadas. Esclarecimento completo das dúvidas antes de qualquer decisão.


A cirurgia

O Argoplasma é aplicado após a lipoaspiração — pelos mesmos acessos milimétricos, sem incisões adicionais. O procedimento é realizado sob anestesia geral, no mesmo ato cirúrgico da lipoescultura. A duração adicional varia conforme o número de regiões tratadas — em geral entre 30 e 60 minutos adicionais ao procedimento cirúrgico.


Pós-operatório

O pós-operatório segue o protocolo padrão da lipoescultura — com uso de cinta compressiva por 60 dias e acompanhamento presencial e on-line pelo Dr. Felipe Zampieri e sua equipe. A compressão é especialmente importante quando o Argoplasma é utilizado — para potencializar a retração enquanto o novo colágeno é produzido e o tecido se reorganiza.

O que esperar do resultado

O resultado do Argoplasma no contexto da lipoescultura tem duas fases.

A primeira fase é imediata — a contração das fibras de colágeno começa durante o procedimento e continua nas primeiras semanas após a cirurgia. A pele começa a se retrair de forma mais expressiva do que ocorreria com a lipoaspiração isolada — visível progressivamente conforme o edema cirúrgico se resolve.

A segunda fase é progressiva — ao longo dos 6 a 9 meses seguintes, a neocolagênese produz novo colágeno que continua melhorando a qualidade, a firmeza e a uniformidade da pele nas regiões tratadas. O resultado final é avaliado a partir de 6 meses após o procedimento.

O contorno resultante da combinação de lipoaspiração com Argoplasma é mais definido — com pele mais aderente e uniforme ao novo volume e com menor risco de irregularidades do que seria obtido com a lipoaspiração isolada em pacientes com elasticidade reduzida.

A melhora da qualidade da pele é duradoura — o colágeno produzido pela neocolagênese é estruturalmente superior ao preexistente. O envelhecimento continua após o procedimento, mas o ponto de partida da qualidade cutânea é significativamente melhor. Manter o peso estável é o principal fator para preservar o contorno alcançado.


Perguntas frequentes sobre Argoplasma

O que é o Argoplasma subdérmico?

No contexto da lipoescultura, o Argoplasma é uma tecnologia de retração cutânea que utiliza plasma de argônio aplicado por via interna — introduzido diretamente no espaço subdérmico pelos acessos milimétricos da lipoaspiração — para provocar contração das fibras de colágeno e estímulo progressivo à neocolagênese após a remoção da gordura. É uma das três principais tecnologias de retração subdérmica disponíveis no planejamento cirúrgico, ao lado do Renuvion e do Ignite QuantumRF.

Qual a diferença entre Argoplasma, Renuvion e Ignite QuantumRF?

As três são tecnologias de retração cutânea subdérmica — mas com mecanismos distintos. O Renuvion usa plasma de hélio com radiofrequência — com aquecimento ultrarrápido e intenso. O Ignite QuantumRF usa radiofrequência com monitoramento contínuo de temperatura — com aquecimento gradual e controlado. O Argoplasma usa plasma de argônio — com distribuição de aquecimento mais uniforme ao longo da extensão do tecido tratado.

A indicação de cada um depende da avaliação clínica inicial.

O Argoplasma é sempre usado na lipoescultura?

Não. É uma ferramenta com indicação específica — utilizada quando a elasticidade da pele é insuficiente para retração espontânea satisfatória após a lipoaspiração. Não faz parte do protocolo padrão de todos os procedimentos. A indicação é feita individualmente, a partir da avaliação da qualidade da pele de cada paciente.

O Argoplasma substitui a abdominoplastia?

Não. O Argoplasma amplifica a retração cutânea — mas não remove o excesso estrutural de pele que exige abdominoplastia. Quando há excesso de pele que precisa ser retirado cirurgicamente, a abdominoplastia é a indicação correta. O Argoplasma é indicado para flacidez moderada — quando há potencial de retração que pode ser amplificado.

O Argoplasma pode substituir a braquioplastia?

Em casos de flacidez leve a moderada dos braços — sem excesso expressivo de pele — o Argoplasma associado à lipoaspiração pode oferecer resultado satisfatório sem necessidade de braquioplastia. Em casos com excesso de pele significativo, a braquioplastia permanece sendo a indicação correta.

A aplicação do Argoplasma deixa cicatrizes adicionais?

Não. O dispositivo é introduzido pelos mesmos acessos milimétricos da lipoaspiração — sem necessidade de incisões adicionais. As cicatrizes do procedimento são as mesmas que seriam produzidas pela lipoaspiração isolada.

Por que a cinta compressiva é importante quando o Argoplasma é utilizado?

A compressão mantém a pele em posição enquanto a contração do colágeno se consolida e o novo colágeno é produzido — potencializando a retração e garantindo uniformidade do resultado. O uso correto da cinta por 60 dias é parte integrante do protocolo de resultado — não apenas um cuidado pós-operatório genérico.

Quanto tempo dura o resultado do Argoplasma?

A contração das fibras de colágeno e o novo colágeno produzido pela neocolagênese são permanentes. Manter o peso estável após o procedimento é o principal fator para preservar o contorno alcançado. O envelhecimento continua — mas o ponto de partida da qualidade cutânea é significativamente melhor do que seria sem o tratamento.

Quando o resultado do Argoplasma é visível?

A retração começa durante o procedimento e continua progressivamente conforme o edema cirúrgico se resolve — nas primeiras semanas. O resultado continua evoluindo ao longo dos 3 a 6 meses seguintes, com a neocolagênese produzindo novo colágeno. O resultado final é avaliado a partir de 6 meses após o procedimento.

Como saber se sou candidata ao Argoplasma?

A indicação é definida pela avaliação da elasticidade e da espessura da pele nas regiões a serem tratadas. Não é possível definir a indicação sem avaliação presencial. A consulta inclui essa análise e esclarece se o caso tem indicação para a tecnologia — e qual tecnologia, entre as disponíveis, é mais adequada para cada situação clínica específica.


O primeiro passo é a avaliação.

A consulta existe para definir se o Argoplasma faz parte do seu planejamento e em quais regiões. Você sairá com informações claras sobre a qualidade da sua pele, as possibilidades reais de retração e qual tecnologia — ou combinação de tecnologias — oferece o melhor resultado para o seu caso específico.

A decisão final é sua. E nós vamos te ajudar com toda a informação necessária ao longo desse processo.

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Sobre o cirurgião plástico Dr. Felipe Zampieri

Conheça um pouco mais sobre a formação e atividades acadêmicas do Dr. Felipe Zampieri:

  • Fellow em Reconstrução Mamária no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP)
  • Membro do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP)
  • Título de Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
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